terça-feira, 19 de maio de 2015
Astronomy Double é ?
Astronomy Double é Um Blog de Astronomia da Escola , Este Astronomy Double é Administrado por : Flávio e tem o Astronomy Double 123 do Parceiro : Lucas Visitem o blog dele : www.astronomydouble123.blogspot.com.br
Camada de Ozônio
O que é a camada de ozônio e sua importância
Camada de ozônio é uma área da estratosfera (altas camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que possui uma elevada concentração de ozônio. Esta camada funciona como uma espécie de "escudo protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de 98% da radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada a vida humana em nosso planeta seria praticamente impossível de existir.
O buraco na camada de ozônio
Em 1983, pesquisadores fizeram uma descoberta que gerou muita preocupação: havia um buraco na camada de ozônio na área da estratosfera sobre o território da Antártica. Este buraco era de grandes proporções, pois tinha cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados. Na década de 1980 outros buracos de menor proporção foram encontrados em vários pontos da estratosfera. Com o passar do tempo, estes buracos foram crescendo (principalmente o que fica sobre a Antártica), sendo que em setembro de 1992 chegou a totalizar 24,9 milhões de quilômetros quadrados.
Causas do buraco na camada de ozônio
A principal causa é a reação química dos CFCs (clorofluorcarbonos) com o ozônio. Estes CFCs estão presentes, principalmente, em aerossóis, ar-condicionado, gás de geladeira, espumas plásticas e solventes. Os CFCs entram em processo de decomposição na estratosfera, através da atuação dos raios ultravioletas, quebrando as ligações do ozônio e destruindo suas moléculas.
Consequências:
- A existência de buracos na camada de ozônio é preocupante, pois a radiação não é absorvida chega ao solo, podendo provocar câncer de pele nas pessoas, pois os raios ultravioletas alteram o DNA das células.
- O buraco na camada de ozônio também tem uma leve relação com o aumento do aquecimento global.
Proteção da camada de ozônio
Na década de 1990, alarmados com a gravidade do problema ambiental que estava aumentando a cada dia, órgãos internacionais, governos e instituições ligadas ao meio ambiente buscaram tomar medidas práticas para evitar o aumento do buraco na camada de ozônio. OS CFCs foram proibidos em diversos países e seu uso descontinuado aos poucos em outros. Com isso, houve uma queda no crescimento dos buracos. Em setembro de 2011, o tamanho era de 26 milhões de quilômetros quadrados. Ainda é um problema, porém o ritmo de crescimento diminuiu muito.
O consumo de substâncias que provocam a destruição na camada de ozônio também diminuiu consideravelmente no mundo todo. Em 1992 era de cerca de 690 mil toneladas, passando para cerca de 45 mil toneladas em 2011. Com a intensificação da fiscalização e conscientização dos consumidores, espera-se que este número caia ainda mais. De acordo com cientistas, a camada de ozônio deve se normalizar por volta de 2050, caso a redução no uso dos CFCs continue no mesmo nível.
Curiosidade
- No dia 16 de setembro é comemorado o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.
Nucleo Terrestre
O núcleo é uma das camadas em que a Geologia divide o planeta, sendo a mais interna. É constituído por uma parte sólida (núcleo interno) envolvida por uma camada líquida (núcleo externo). Esta camada líquida dá origem ao campo magnético terrestre devido aos movimentos de convecção do seu material, que é electricamente condutor.
Constituição
O núcleo externo é provavelmente composto de ferro metálico e outros elementos (enxofre, silício, oxigénio, potássio e hidrogénio) e o núcleo interno é composto de ferro eníquel, e é sólido porque, apesar das imensas temperaturas, está sujeito a pressões tão elevadas (cerca de 4,5 milhões de atmosferas) que os átomos ficam compactados; as forças de repulsão entre os átomos são vencidas pela pressão externa, e a substância acaba se tornando sólida. A temperatura entre o núcleo e o manto é estimada em cerca de 3700°C, podendo atingir de 4000 a 6000°C no núcleo interno.
Em seus primeiros momentos de existência, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos, e devido à acção da gravidade os objectos muito densos foram sendo atraídos para o interior do planeta (o processo é conhecido como diferenciação planetária), enquanto que materiais menos densos foram trazidos para a superfície. Como resultado, o núcleo é composto em grande parte por elementos mais pesados como o ferro (80%), e de alguma quantidade de níquel e silício. Outros elementos, como o chumbo e o urânio, são muito raros para serem considerados, ou tendem a se ligar a elementos mais leves, permanecendo então na crosta. A espessura do nucleo é aproximadamente 3400 km de raio.
Empresa prepara-se para lançar maior foguete do mundo
São Paulo -- A empresa americana SpaceX, do empresário e engenheiro sul-africano Elon Musk, vai reformar uma velha plataforma de lançamento na base aérea de Vandenberg (Califórnia, EUA) para o lançamento do foguete mais poderoso do mundo: o Falcon Heavy. A obra deve custar entre 20 e 30 milhões de dólares e durar 18 meses. A expectativa da empresa é realizar o primeiro voo em 2013.
Vanderberg possui várias plataformas de lançamento, algumas inativas, outras em funcionamento. A que será utilizada pela SpaceX foi construída na década de 1960. O último lançamento no local ocorreu em 2005, com o voo do foguete americano Titan 4. Operários já demoliram as estruturas atuais da base de lançamento e darão início às obras de um novo hangar para abrigar o gigantesco foguete.
Projetado para enviar carga útil e tripulação para além da órbita da Terra, o Falcon Heavy só não é maior que o já aposentado Saturn V, o foguete que levou o homem à Lua. Com 69 metros de altura, o Falcon Heavy é projetado para levar à órbita baixa da Terra 53 toneladas. A capacidade do Saturn V, com 110 metros de altura, era de 119 toneladas.
O primeiro lançamento do Falcon Heavy sairá do bolso da empresa. É uma forma de tentar seduzir clientes em potencial, como a NASA, com quem a SpaceX já tem contrato para abastecer a Estação Espacial Internacional com suprimentos utilizando um foguete menor, o Falcon 9. O vídeo abaixo mostra evolução dos foguetes da empresa e os planos para o Falcon Heavy.
Apollo 20 NUNCA EXISTIU
Sem dúvida alguma, a internet é o mais poderoso meio de troca de informações já criado pelo ser humano. Através de e-mails, sites e páginas pessoais, qualquer pessoa pode gerar e receber informação para praticamente qualquer lugar do mundo, criando um tipo de interação e uma facilidade de exposição que nunca aconteceu antes na história conhecida.
Mas, como já era de se esperar em tudo que é criado pelo homem, a internet tem o seu lado bom (muito bom vale frisar), e também o seu lado ruim. A parte boa (que muitas vezes suplanta largamente a má) é a excepcional liberdade de expressão, totalmente sem precedentes, que desfruta a grande maioria dos seus usuários, e a parte ruim, infelizmente, é o quê alguns internautas fazem com esta mesma liberdade.
Além dos famigerados vírus, incentivos ao extremismo, e sites de qualidade ou conteúdo duvidoso, as especulações desprovidas de embasamentos (característica de grande parte das chamadas 'teorias' conspiracionistas), ganharam um impulso inédito nestes últimos tempos.
Atraídos pelo fantástico, pelo fora do comum, e embalados no apelo fácil exercido por afirmações simplistas, levianas, que nunca se aprofundam devidamente nos temas tratados, internautas desavisados se deixam levar por afirmações que muito dificilmente poderiam encontrar correspondência na realidade.
O suposto vôo secreto da Apollo 20, uma missão que nunca existiu na realidade (as missões Apollo terminaram oficialmente na versão 17), é uma das muitas especulações que sugiram há tempos na Ufologia dentro da 'onda conspiracionista' da década de 80/90, e agora retorna revista e atualizada, como a última 'grande revelação' em vários de sites da internet.
Basicamente, a idéia (que possui diversas variações ao gosto de quem a reproduz) é que as missões Apollo não teriam terminado na 17, conforme noticiado pela NASA, mas na verdade teriam continuado secretamente visando a exploração de 'recursos' não revelados ao mundo e de alvos militares supostamente existentes na lua, como bases extraterrestres, ruínas de construções antigas, naves extraterrestres pousadas ou abandonadas etc. Os mais exagerados afirmam que, além disso tudo, existem também cidades inteiras no lado oculto da lua e que há, desde a década de 60, uma colaboração secreta entre Rússia e EUA para interagir com estas supostas instalações extraterrestres e extrair tecnologia de ponta de lá.
Bem, como se pode notar, em linhas gerais, trata-se nitidamente de uma variação livre sobre uma outra 'teoria' conspiracionista mais antiga chamada 'Alternativa 3'. E se elas, tanto a especulação original quanto as subseqüentes, realmente possuem algum fundo de verdade, mesmo que mínimo, é coisa difícil de se verificar objetivamente. Mas pelo menos podemos aplicar o filtro do 'bom senso' nesta história para ver se sobra alguma coisa:
1) O programa Apollo (responsável por levar o homem à lua em 1969, na Apollo 11) era absurdamente caro, e NENHUMA missão da NASA é ou era realizada sem o conhecimento do congresso norte-americano que aprova previamente o cronograma de todas as missões e seus gastos. Assim, a interrupção deste programa é totalmente coerente com o fato de que ele, ao chegar na versão 17, já não oferecia mais nenhum atrativo político e nem mesmo técnico (a própria NASA passou a ver as Apollo como uma solução antiquada diante de projetos bem mais 'modernos' para a época, como o ônibus espacial, que hoje em dia está em vias de se aposentar).
Na realidade, o consumo constante de cifras astronômicas (literalmente) oriundas dos inúmeros cuidados necessários para se enviar com sucesso homens à lua, e os enormes riscos de vida associados, levaram naturalmente à conclusão de que tudo seria muito mais fácil (e barato) se utilizássemos sondas não tripuladas para atingir alvos fora da terra, como de fato passou a ser feito desde então. E é importante ressaltar que foi o próprio projeto Apollo, com a aplicação direta de milhares de tecnologias totalmente novas e nunca testadas na época, que ajudou a chegarmos com sucesso na fase das sondas não tripuladas!
2) Daí, pode-se agora argumentar que o projeto foi continuado secretamente pelas forças armadas com um orçamento próprio. De fato, é uma possibilidade, mas muito remota porque a maior parte do orçamento militar norte-americano TAMBÉM é aprovado pelo congresso e, mesmo se fosse mantido dentro da caserna e da política do 'need to know', um projeto deste porte não tem como ser completamente secreto, porque necessita de uma quantidade IMENSA de técnicos especializados nas mais diversas e variadas funções. Enviar um foguete à lua, tanto ontem quanto hoje, é uma tarefa ALTAMENTE complexa. Basta observar quanto países conseguiram isto até agora.
3) Por outro lado, OK, eu concordo, pode ser até que exista algum ET 'perdido' lá pela lua. Mas, diante da absurda facilidade de vôo e entrada/reentrada no espaço exibida pelos UFOs, vocês acham que eles realmente precisariam de uma 'base' no nosso satélite natural como querem crer alguns? Esta é uma idéia que faz todo o sentido dentro do NOSSO ponto de vista, e utilizando-se as NOSSAS tecnologias ainda limitadíssimas em termos de espaço sideral. Entretanto, assumindo-se que os ETs tenham vindo de outro sistema solar próximo, coisa de algumas dezenas ou centenas de anos-luz de distância daqui, para quê, após percorrerem uma distância deste porte, necessitariam se estabelecer aqui do nosso lado, na lua? Só se for para invadir a terra! Xiiii... Mas esta já é outra 'teoria' conspiracionista...
Buraco Negro
De forma simplificada, buraco negro é uma região do espaço que possui uma quantidade tão grande de massa concentrada que nada consegue escapar da atração de sua força de gravidade, nem mesmo a luz, e é por isso que são chamados de “buracos negros”.
Até hoje a melhor teoria para explicar este tipo de fenômeno é a Teoria Geral da Relatividade, formulada por Albert Einstein. Mas, para entender melhor do que se trata um buraco negro é preciso entender alguns conceitos.
Segundo a teoria de Einstein, a força da gravidade seria uma manifestação da deformação no espaço-tempo causada pela massa dos corpos celestes, como os planetas ou estrelas. Essa deformação seria maior ou menor de acordo com a massa ou a densidade do corpo. Portanto, quanto maior a massa do corpo, maior a deformação e, por sua vez, maior a força de gravidade dele. Consequentemente, maior é a velocidade de escape, força mínima que deve ser empregada, para que um objeto possa vencer a gravidade deste corpo. Por exemplo, para que um foguete saia da atmosfera terrestre para o espaço ele precisa de uma força de escape de 40.320 km/h. Em Júpiter, essa força teria de ser 214.200 km/h. Essa diferença muito grande, é porque sua massa é muito maior que a da Terra.
É isso que acontece nos buracos negros. Há uma concentração de massa tão grande em um ponto tão infinitamente pequeno que a densidade é suficiente para causar tal deformação no espaço-tempo que a velocidade de escape neste local é maior que a da luz. Por isso que nem mesmo a luz consegue escapar de um buraco negro. E, já que nada consegue se mover mais rápido que a velocidade da luz, nada pode escapar de um buraco negro.
Esses tais buracos negros seriam estrelas em seu último estágio de evolução, quando, depois de consumir todo seu combustível, a estrela com massa maior que 3 massas solares, se transformam em uma supernova com um “caroço” no centro. Se a massa deste caroço, que pode ou não se formar, for maior que 2 massas solares ele cai sobre si mesmo, transformando-se em um buraco negro.
Às vezes acontece da estrela evoluir no que chamamos de “sistema binário fechado” quando duas estrelas ficam muito próximas e há transferência de matéria de uma para outra, podendo fazer com que uma delas acumule matéria em excesso provocando sua explosão em uma supernova. Nestes casos, o mais provável é que ela evolua para uma estrela de nêutrons, quando elétrons e prótons se fundem em nêutrons. Mas, acontece que em alguns sistemas a concentração de massa é muito grande e ocorre a formação de um buraco negro que continua “sugando” a massa daquela outra estrela maior.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Lançamento : Apollo 18
Apollo 18 foi lançado em 2 de setembro de 2011 em vários países. Originalmente programado para 05 de fevereiro de 2010, data em que o filme de lançamento foi transferido oito vezes durante o ano (incluindo a 18 junho de 2010, 15 de outubro de 2010, 04 de março de 2011, 22 de abril de 2011, 08 de julho de 2011, 06 de janeiro, 2012, 26 de agosto de 2011 e 02 de setembro de 2011) [Films [Dimension]] se recusou a exibir o filme para a imprensa e colocou um embargo comentário sobre o filme até que foi lançado em 2 de setembro de 2011
Apollo 18 provoca resposta da NASA sobre sua autenticidade
Estreando nos cinemas neste final de semana, o filme Apollo 18 traz novamente a artimanha utilizada ultimamente por produtoras, alegando que a história é baseada em fatos verídicos, mas a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) desmentiu as declarações, depois de vários rumores em volta da película e da suposta existência de uma viagem secreta depois da Apollo 17 - mais o boato de que o filme seria a documentação dessa missão e que várias vozes teriam relatado sua autenticidade.
A empresa The Weinstein Company alega ter usado "imagens de arquivo de uma missão secreta à Lua", que teria sido lançada um ano após a viagem da Apollo 17, e documentaria o que se passou a dois astronautas durante a mesma, revelando um contato bastante hostil com extraterrestres.
A NASA, por sua vez, veio a público desmentir essas afirmações e tentar acabar com as especulações em volta do filme. "Apollo 18 não é um documentário", categorizou à imprensa Bert Ulrich, porta-voz da agência espacial, respondendo diretamente ao jornal Los Angeles Times. "O filme é um trabalho de ficção e nós sempre tivemos a certeza disso. Não estivemos envolvidos nesse filme", disse Ulrich, e ainda reforçou: "Nunca vimos nenhum registro de filmagens. A idéia de relatar a missão Apollo 18 é uma autêntica manobra demarketing. Provavelmente uma estratégia semelhante a outros recentes longas-metragens, para gerar algum sucesso".
A empresa The Weinstein Company alega ter usado "imagens de arquivo de uma missão secreta à Lua", que teria sido lançada um ano após a viagem da Apollo 17, e documentaria o que se passou a dois astronautas durante a mesma, revelando um contato bastante hostil com extraterrestres.
A NASA, por sua vez, veio a público desmentir essas afirmações e tentar acabar com as especulações em volta do filme. "Apollo 18 não é um documentário", categorizou à imprensa Bert Ulrich, porta-voz da agência espacial, respondendo diretamente ao jornal Los Angeles Times. "O filme é um trabalho de ficção e nós sempre tivemos a certeza disso. Não estivemos envolvidos nesse filme", disse Ulrich, e ainda reforçou: "Nunca vimos nenhum registro de filmagens. A idéia de relatar a missão Apollo 18 é uma autêntica manobra demarketing. Provavelmente uma estratégia semelhante a outros recentes longas-metragens, para gerar algum sucesso".
Elenco : Apollo 18
- Warren Christie como o Capitão Benjamin "Ben" Anderson
- Lloyd Owen como o comandante Nathan "Nate" Walker
- Ryan Robbins como o tenente-coronel John Grey
Sinopse : Apollo 18
O filme inicia-se com a explicação sobre as últimas missões a lua. E que em 2011, 84 horas de filmagens secretas foram disponibilizadas no sítio lunartruth.com. Em dezembro de 1972, a tripulação da anteriormente cancelada Apollo 18 é informada de que a missão irá acontecer, embora tenha agora sido organizada por um departamento secreto do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O comandante Nathan Walker, o tenente-coronel John Grey e o capitão Benjamin Anderson são lançados em direção a Lua para, oficialmente, instalar detectores de mísseis balísticos da União Soviética.
Grey permanece em órbita a bordo do modulo de comando, enquanto Walker e Anderson andam pelo solo lunar. Instalam os detectores e recolhem amostras de rochas lunares. Ao tentar dormir, o par ouve ruídos externos. Houston afirma que os ruídos são interferências dos detectores. Anderson encontra uma amostra de rocha no chão da nave, apesar de ter guardado as amostras. Durante a exploração posterior, eles descobrem pegadas que os levam a um LK lander soviético nas proximidades, com seu interior danificado e com manchas de sangue. Anderson segue as pistas que levam até uma cratera escura e encontra um cosmonauta morto.
No dia seguinte os dois observam que a bandeira americana desapareceu. Sua missão se completa, a equipe se prepara para deixar a Lua, mas o lançamento é abortado quando a nave sofre uma agitação violenta. Uma inspeção revela grandes danos na nave e Walker observa pegadas estranhas no solo lunar evidenciando presença extraterrestre. Walker sente algo se movendo dentro de seu traje espacial e fica horrorizado com uma criatura andando pelo interior do seu capacete. Walker desaparece de vista e Anderson o encontra inconsciente longe da nave. Ao trazer Walker para a nave, ele nega os fatos. Uma ferida é descoberta no peito de Walker; Anderson a sente e remove uma rocha lunar dentro dele. A dupla encontra-se incapaz de fazer contato com Houston devido ao aumento dos níveis de interferência.
Anderson especula que a verdadeira intenção dos dispositivos de alerta é monitorar os alienígenas. A dupla cada vez mais se pergunta se os dispositivos são a fonte da interferência; Houston tinha assegurado que isso não aconteceria. Walker mostra sinais de uma infecção em torno de sua ferida e ele fica cada vez mais paranóico. As câmeras da missão capturam as amostras de rocha se deslocando no interior da nave, revelando que os alienígenas são as rochas lunares (indistinguíveis das rochas reais). Cada vez mais delirante, Walker tenta destruir as câmeras dentro da nave, mas acidentalmente causa danos aos controles do sistema, causando a despressurização da nave. Percebendo que a LK soviética é sua única fonte de oxigênio, eles vão até ela. Ao longo do caminho, Walker tenta fugir, acreditando que ele não deve deixar a Lua por causa do risco de infecção na Terra. Anderson cai tentando parar Walker.
Anderson desperta Walker, encontrando-o perto da cratera onde encontraram o cosmonauta morto. Walker é puxado para dentro da cratera pelas criaturas. Anderson vai atrás dele,usando o flash superpotente da câmera,mas percebe que as pedras começam a brotar do chão e se transformam em criaturas, fazendo com que Anderson fuja para o LK soviética. Usando seu rádio, ele faz contato com o centro de controle da missão soviética que o conecta com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O secretário-adjunto do departamento informa a Anderson que não permitirá o seu retorno à Terra, admitindo que eles estão cientes da situação e temem que ele também esteja infectado. Anderson consegue finalmente entrar em contato com Grey, que orbitava a lua, e fazem arranjos para Anderson conseguir decolar e se acoplar na nave em órbita. Anderson se prepara para o lançamento da sonda, mas é atacado por Walker. Antes de Walker violar o veículo, ele é cercado pelas criaturas que rastejam em seu capacete, fazendo com que seu sangue se espalhe pelo capacete.
Anderson lança a sonda LK com sucesso com a intenção de chegar perto nave onde está Grey, em órbita da lua. Grey é informado de que Anderson está infectado. Grey é intimado a não resgatar Anderson ou a comunicação será cessada, tornando-o incapaz de retornar à Terra. Dentro da sonda russa, a falta de gravidade faz com que pequenas pedras, dentro da nave soviética, flutuem. Anderson percebe com horror que algumas das rochas são criaturas realmente estranhas. Anderson é atacado e infectado pelas criaturas, impedindo-o de controlar o veículo, levando a nave soviética em direção a Grey.
O filme volta para imagens anteriores da missão dos pilotos, mostrando-os em um churrasco com amigos e familiares. O destino "oficial" dos astronautas é dado, descrevendo-os como tendo morrido em acidentes diversos que deixaram seus corpos irrecuperáveis. Um epílogo explica que muitas das amostras de rocha que retornaram das missões Apollo anteriores estão desaparecidas.
Astronomia : Infravermelha
A astronomia infravermelha lida com a detecção e análise da radiação infravermelha (comprimentos de onda maiores que a luz vermelha). Exceto por comprimentos de onda mais próximas à luz visível, a radiação infravermelha é na maior parte absorvida pela atmosfera, e a atmosfera produz emissão infravermelha numa quantidade significante. Consequentemente, observatórios de infravermelho precisam estar localizados em lugares altos e secos, ou no espaço.
O espectro infravermelho é útil para estudar objetos que são muito frios para emitir luz visível, como os planetas e discos circunstrelares. Comprimentos de onda infravermelha maior podem também penetrar nuvens de poeira que bloqueiam a luz visível, permitindo a observação de estrelas jovens em nuvens moleculares e o centro de galáxias.Algumas moléculas radiam fortemente no infravermelho, e isso pode ser usado para estudar a química no espaço, assim como detectar água em cometas.
Astronomia : Raios Gama
A astronomia de raios gama é o estudo de objetos astronômicos que usam os menores comprimentos de onda do espectro eletromagnético. Os raios gama podem ser observados diretamente por satélites como o observatório de raios Gama Compton ou por telescópios especializados chamados Cherenkov. Os telescópios Cherenkov não detectam os raios gama diretamente mas detectam flasses de luz visível produzidos quando os raios gama são absorvidos pela atmosfera da Terra.
A maioria das fontes emissoras de raio gama são na verdade Erupções de raios gama, objetos que produzem radiação gama apenas por poucos milisegundos a até milhares de segundos antes de desaparecerem. Apenas 10% das fontes de raio gama são fontes não-transendentes, incluindo pulsares, estrelas de nêutrons, e candidatos a buracos negros como núcleos galácticos ativos.
Astronomia Solar
A uma distância de oito minutos-luz, a estrela mais frequentemente estudada é o Sol, uma típica estrela anã da sequência principal da classe estrelar G2 V, com idade de aproximadamente 4,6 Gyr. O Sol não é considerado uma estrela variável, mas passa por mudanças periódicas em atividades conhecidas como ciclo solar. Isso é uma flutuação de 11 anos nos números de mancha solares. Manchas solares são regiões de temperatura abaixo da média que estão associadas a uma intensa atividade magnética.
O Sol tem aumentado constantemente de luminosidade no seu curso de vida, aumentando em 40% desde que se tornou uma estrela da sequência principal. O Sol também passa por mudanças periódicas de luminosidade que podem ter um impacto significativo na Terra. Por exemplo, se acredita que o mínimo de Maunder tenha causado a Pequena Idade do Gelo.
A superfície externa visível do Sol é chamada fotosfera. Acima dessa camada há uma fina região conhecida como cromosfera. Essa é envolvida por uma região de transição de temperaturas cada vez mais elevadas, e então pela super-quente corona.
No centro do Sol está a região do núcleo, um volume com temperatura e pressão suficientes para uma fusão nuclear e ocorrer. Acima do núcleo está a zona de radiação, onde o plasma se converte o fluxo de energia através da radiação. As camadas externas formam uma zona de convecção onde o gás material transporta a energia através do deslocamento físico do gás. Se acredita que essa zona de convecção cria a atividade magnética que gera as manchas solares.
Um vento solar de partículas de plasma corre constantemente para fora do Sol até que atinge a heliosfera. Esse vento solar interage com a magnetosfera da Terra para criar oscinturões de Van Allen, assim como a aurora onde as linhas dos campos magnéticos da Terra descendem até a atmosfera da Terra.
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![Buraco negro (concepção artística). Ilustração: NASA/JPL-Caltech [domínio público], via Wikimedia Commons](http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2008/04/buraco-negro-450x253.jpg)




